Я признавалась тебе в любви, ты молча слушал, не прерывая. Галдели серые воробьи в пьянящей взвеси Москвы и мая. Я говорила, а ты молчал. Тяжёлых слов отделялись слоги, как капли, падая на причал, под птичий гвалт и тебе - под ноги. Вдоль серой глади Москвы-реки мы шли вдвоём, но не в нашу осень - мерцали разные маяки тебе и мне. И стучали оземь

Monstros Na Escurid?o

Monstros Na Escurid?o Rebekah Lewis *** Portugu?s iberico *** 5 Hist?rias tentadoras do desejo paranormal… Todo dia das bruxas, uma porta se abre entre o nosso mundo e Svartalfheim, que permite a passagem dos mortais. A captura? Voc? precisa se acasalar com uma das criaturas que vivem l?, e elas s?o insaci?veis. O MONSTRO SOB A CAMA Maddy tem um segredo embara?oso: h? um monstro debaixo da cama. Por alguma raz?o, ele a seguiu de uma casa para a outra, sempre l?, mas nunca foi visto. Ela aprendeu a conviver com isso, mas algo mudou. Ele a mirou e o seu desejo poderia muito bem ser a sua ru?na. O MONSTRO NO ARM?RIO Quando Phoebe sai cedo de uma festa de Halloween com tema de conto de fadas, essa beleza se v? cara a cara com uma fera escondida no seu arm?rio. Ela n?o pode ver, mas est? l?. Alega ser um rei de uma ra?a de criaturas que s? deveria existir em hist?rias, e sua primeira ordem de neg?cios ? lev?-la de volta ao seu reino para acasalar. O MONSTRO NA ADEGA Tara n?o sabe o que est? a acontecer com ela quando acorda repetidamente nua na sua adega. Na tentativa de descobrir se ela est? son?mbula ou se algo mais perturbador est? em jogo, ela configura c?maras para determinar se deve procurar ajuda profissional, ou ligar para a pol?cia. A verdade, no entanto, ? muito mais atraente do que ela jamais imaginou. Depois de Kayla Swan descobrir uma rocha misteriosa no s?t?o, coisas estranhas come?am a ocorrer. A princ?pio, parece que algu?m, ou algo, est? em casa com ela ? noite. Ent?o, um homem misterioso chega ? sua porta para fazer todo o tipo de perguntas estranhas. Mas quando ela o encontrar… ele nunca mais ser? o mesmo. O MONSTRO NO ESPELHO Tudo chega ao fim. Brynjar do D?kk?lfar ? o assassino treinado do rei Eerikki. Quando um elfo banido participa de um relacionamento proibido, ele ? enviado para tratardo problema. Como o destino quis, os Lj?s?lfar tamb?m perceberam… e a evolu??o tem uma maneira engra?ada de se tornar conhecida. Rebekah Lewis Monstros na Escurid?o: A Cole??o Completa MONSTROS NA ESCURID?O A COLE??O COMPLETA REBEKAH LEWIS Traduzido por ANA LU?SA BARRADAS Esta ? uma obra de fic??o. Nomes, personagens, empresas, organiza??es, locais e incidentes s?o fruto da imagina??o do autor ou s?o utilizados ficticiamente. Qualquer semelhan?a com pessoas reais, vivas ou falecidas, ? mera coincid?ncia. Copyright © 2019 por Rebekah Lewis Todos os direitos reservados. Este livro ou qualquer parte dele n?o pode ser reproduzido ou utilizado de qualquer forma sem a permiss?o expressa por escrito do editor, exceto pelo uso de cita??es breves numa resenha do livro. Impresso nos Estados Unidos da Am?rica www.Rebekah-Lewis.com Created with Vellum (http://tryvellum.com/created) Para as coisas que esbarram ? noite e nos intrigam. VOLUME UM O MONSTRO DEBAIXO DA CAMA CAP?TULO UM O que ? um monstro? ? um substantivo com muitos significados, entretanto, a conota??o ? sempre a mesma, negativa. ? uma palavra usada para descrever os mais depravados da humanidade. Mais do que tudo, por?m, a literatura e o cinema descreveriam um monstro como uma criatura que n?o pertence aos civilizados. Eles podem ser feios, violentos ou n?o naturais, tamb?m podem ser bonitos, embora muito diferentes para serem aceites. De qualquer forma, os monstros s?o proponentes do medo e o objetivo do r?tulo ? provocar medo. Ou n?o ?? Monstros podem ser mal interpretados ou rotulados de forma errada. Se qualquer ser desconhecido pode ser nomeado de monstro e o desconhecido for identificado. Ele ainda pode ter esse r?tulo? Maddy salvou o seu trabalho e fechou o seu port?til, olhando para a superf?cie lisa e prateada do dispositivo. Ela foi convidada a escrever um artigo especial para a edi??o de Halloween da The Specter Town Gazette. Naturalmente, num lugar chamado Specter Town, o Halloween era um grande evento. No entanto, como colunista de conselhos, Madison Wright n?o era pessoa de comemorar fantasmas e monstros. Especialmente porque tinha um debaixo da sua cama. Ela fechou os olhos e se encolheu. At? pensar nisso a fazia se sentir rid?cula, mas que outra explica??o tinha? Desde que ela foi para a faculdade, ela ouvia coisas se movendo debaixo da cama ? noite. Antes de se mudar da casa de sua fam?lia, ela poderia descart?-lo como sendo o gato e, quando morou num apartamento, poderia culpar os vizinhos do andar de baixo. Agora ela alugou uma pequena casa num bairro tranquilo numa cidade de Nova Inglaterra, e n?o havia nada que pudesse culpar. Os exterminadores verificaram a presen?a de ratos, cobras e outras pragas. N?o era. Canalizadores e eletricistas tamb?m n?o encontraram motivos. O que deixava duas op??es: ou ela estava a imaginar, o que ela esperava, ou havia um monstro debaixo de sua cama que a seguia por dez anos. Ela tinha acabado de comemorar o seu trig?simo anivers?rio, e continuou a ser visitada quase todas as noites. Stressada por evitar que as suas m?os e os seus p?s ca?ssem sobre a cama queen-size n?o era como ela imaginava a sua vida aos trinta. Sem mencionar que ela nunca poderia deixar algum namorado passar a noite em sua casa, porque como ela poderia olhar um homem nos olhos e dizer a ele que n?o poderia dividir a cama porque o Pap?o poderia agarrar o seu tornozelo se ela n?o ficasse no centro da cama, completamente envolta em cobertas? O monstro nunca a tocou, disso ela estava ciente, e ela gostaria de mant?-lo assim. Condenada a uma vida de solid?o, ela tendia a terminar com os amantes quando surgia o assunto de ficar em sua casa. Ela poderia ter um diploma em assustar os homens com desculpas. Ir?nico, na verdade, como ela estava a dar conselhos sobre relacionamento ?s pessoas quando era t?o idiota. Maddy gemeu quando o rel?gio de parede deu meia-noite. Se ela ficasse acordada por mais tempo, ela nunca conseguiria trabalhar. Ela adiava ir para a cama todas as noites, evitava totalmente o quarto, mas a coisa, fosse o que fosse, a seguia de casa em casa. Ela n?o conseguia se livrar disso. Ela colocou o port?til no balc?o, ligou o carregador e certificou-se de que a porta da frente estava fechada. De seguida, ela pegou no comando da ilumina??o da casa. A instala??o ficou cara, mas valeu a pena para iluminar os quartos que ela precisava de entrar ou sair. Rapidamente, ela se deitou na cama e desligou todas as luzes, exceto o fio de luz cintilante de luzes de Natal que pendurou ao redor da c?moda para iluminar o quarto com um brilho suave. "Trinta anos e a precisar de uma luz de presen?a." ela murmurou e se acomodou sob as cobertas. "Isto ? rid?culo." De alguma forma, a tens?o do dia a fez adormecer. Adiar o sono at? ao ponto de exaust?o ajudava a garantir que ela dormisse a noite toda, mas os monstros n?o gostavam de passar despercebidos… O ar fresco do outono tornou o ar condicionado redundante, mas por algum motivo estava mais frio do que ela gostaria no quarto, e ela se mexeu, procurando as cobertas com os olhos bem fechados. Ela n?o conseguia encontr?-las. Essa compreens?o afundou e a consci?ncia voltou ? tona. Maddy deve t?-las chutado para fora da cama. O segundo foi a falta de luz. O pavor a encheu e ela quase choramingou. O seu quarto estava envolto em escurid?o e os seus len??is estavam no ch?o. Ela podia congelar o resto da noite ou enfrentar o seu medo. N?o existem monstros. Se eles n?o existissem. N?o h? nada debaixo da sua cama. Com cautela, ela deslizou a m?o sob o travesseiro, procurando o comando da ilumina??o. Onde est?? "Maddy." O som se dividiu no sil?ncio como um trov?o. O seu cora??o caiu e os seus olhos se abriram. Ela n?o podia estar a imaginar. Algu?m disse o seu nome! L?, ao p? da sua cama, uma figura na sombra, mais escura do que a escurid?o ao redor, pairava. De alguma forma, ela conseguiu distinguir, apesar da total falta de luz na sala. "Por favor, n?o me magoe." Os seus olhos se encheram de l?grimas. O medo sempre faz isso com ela, faz os seus olhos lacrimejarem. O monstro nunca a deixou ver isso antes. Por que agora? O que ele queria? N?o disse nada, mas de repente caiu no ch?o, fora da vista. Ela o ouviu se movendo debaixo da cama, deslizando, arrastando-se, e ent?o o feixe de luzes se acendeu novamente como se nada tivesse acontecido. CAP?TULO DOIS Depois de saltar da cama, bater a porta, acender todas as luzes da casa e tentar dormir no sof?, e falhar, Maddy fez algo que evitou, a menos que estivesse doente demais para funcionar. Ela ligou para o jornal. Lidar com prazos e reuni?es parecia insuport?vel, mas ela tamb?m n?o podia ficar em casa o dia todo. Ent?o, ela pegou no seu port?til e na sua carteira e foi para o caf? local adquirir cafe?na e procurar respostas. Ap?s o primeiro ano sentindo o monstro, ela procurou o conselheiro da faculdade e depois um terapeuta quando o conselheiro inevitavelmente a denunciou para os seus pais. O terapeuta tentou culpar tudo, desde o bullying a problemas familiares e a necessidade de aten??o. Nada disso era verdade. Ela teve uma boa vida familiar. Os pais nunca se divorciaram, sem irm?os, sem abuso de subst?ncias. Precisava de aten??o? Porqu?? Ela gostava de estar sozinha. Ela fingiu parar de pressentir o monstro para que o terapeuta a considerasse melhor. Mas ela n?o melhorou, por assim dizer. Se foi uma quebra mental, o que mudou? Maddy estacionou o carro, segurando o volante com as duas m?os. E se eu realmente estiver louca? N?o havia ningu?m debaixo da cama quando ela verificou ? luz do dia esta manh?, mas, novamente, nunca havia, mesmo que ela acendesse todas as luzes e olhasse bem depois de ouvi-lo se mover. Ningu?m saiu da sala enquanto ela estava no sof? perto da porta, as cobertas e o comando para as luzes estavam no ch?o quando ela se vestiu depois do amanhecer. As janelas ainda estavam bem fechadas. Na maior parte do tempo, o monstro a estava a assustar por uma d?cada. Ele nunca tentou se comunicar, e Maddy tinha ouvido o seu nome sussurrado no escuro antes de v?-lo, outra coisa que era nova. Com o canto do olho, ela ?s vezes notava uma forma nas sombras, mas nunca a deixava ver exatamente assim. Algo tinha mudado e ela estava determinada a descobrir o qu? antes de voltar para casa. Agarrando as suas coisas, ela trancou o carro, em seguida, entrou no caf?, aliviada por n?o haver fila. Depois que ela tomou o seu caf? com leite com uma dose dupla de caf? expresso, ela encontrou uma mesa confort?vel no canto mais distante, longe de todos. Ningu?m seria capaz de ler por cima do ombro dela, e havia uma conveniente tomada el?trica ao lado da cadeira. Cinco minutos depois, Maddy abriu o motor de busca e olhou fixamente para o cursor a piscar na caixa de texto. "Isso ? est?pido." ela murmurou. O que ela esperava encontrar? Essas coisas acontecem em filmes ou livros, n?o na vida real. Tenho de o fazer. Ela gemeu e digitou: O monstro debaixo da cama se revelou. Milhares potenciais respostas surgiram na sua tela e ela gemeu. Percorrendo os primeiros pontos, ela rapidamente os descartou como listas de filmes e links de vendas de livros de terror e infantis. Cerca de quatro p?ginas depois, no entanto, ela parou de rolar e piscou silenciosamente para a p?gina. Monstros no Escuro. O que acontece quando eles ficam com voc? at? ? idade adulta, sem nenhum sinal de ir embora. Voc? pode n?o gostar do motivo. Com um bufo, ela clicou duas vezes no link e pegou no seu caf? para tomar um gole. Realmente n?o havia uma maneira de causar qualquer problema… Maddy engasgou com a sua bebida enquanto envolvia a sua mente em torno das palavras que surgiram diante dela. Foi muito r?pida ao clicar naquele link. Era claramente uma obra de fic??o. Acredita-se que os D?kk?lfar, elfos negros em l?ngua norrena, habitam um dos nove mundos m?ticos conectados por Yggdrasil, a ?rvore da vida. O mundo dos elfos negros se chama de Svartalfheim, e a ?nica luz que existe l? ? fornecida por cristais brilhantes encontrados nas cavernas. Sem sol, o c?u fica t?o escuro que a pele dos elfos negros perdeu toda a tonalidade ao longo dos s?culos, fazendo com que se misturassem nas sombras quando deixassem o seu mundo para visitar outro. Como a luz fora de Svartalfheim queima a sua pele, eles entram no nosso mundo por lugares que sabem que a luz n?o conseguir? alcan?ar. Se voc? j? pensou que tinha um monstro no arm?rio, debaixo da cama ou num outro lugar em sua casa ? noite, as chances s?o de que seja um elfo escuro rastejando por sua casa para vagar por Midgard (o mundo dos homens) depois de anoitecer. Certo… pequenos elfos viviam debaixo da cama dela. Eles tamb?m faziam brinquedos para o Pai Natal? N?o fazia nenhum sentido. As coisas n?o ficavam brancas pastosas quando n?o tinham luz do sol, n?o eram como tinta preta? Maddy rolou mais para baixo na tela, passando por desenhos de figuras sombrias com orelhas pontudas. Alguns tinham chifres ou hastes. Elfos negros s?o criaturas altas e ?geis que, assim como seus primos, os elfos da luz, ou Lj?s?lfar de Alfheim,geralmente deixam os humanos em paz, mas gostam de assistir ou brincar com eles de vez em quando. Diz a lenda que os elfos negros evolu?ram para uma esp?cie inteiramente masculina e, como n?o t?m f?meas para procriar, eles frequentemente agarram mulheres humanas e as levam para casa em Svartalfheim para acasalar e se reproduzir. Maddy riu. V?rios clientes olharam na sua dire??o e ela limpou a garganta, olhando rapidamente para a tela. N?o havia mais informa??es, apenas um formul?rio de contacto para d?vidas ou coment?rios. Tinha que ser uma brincadeira, mas ela clicou no formul?rio de qualquer maneira. Ap?s preencher as suas informa??es de contacto, ela deixou uma breve mensagem: Isso ? uma piada? Vim a este site pensando que poderia resolver um problema, mas em vez disso estou a receber um monte de disparates sobre elfos. Al?m disso, como voc? saberia isso tudo? Maddy desligou o port?til, tendo visto disparates o suficiente por um dia. Elfos. CAP?TULO TR?S Depois de sair do caf?, Maddy decidiu que precisava controlar alguma coisa e parou para cortar o cabelo. Sem pensar, ela optou por pintar o cabelo de rosa choque. Por que n?o? Todo o resto n?o fazia sentido, e ela sempre quis ter cabelo rosa, ent?o foi em frente e fez. E, por algumas horas, ela n?o pensou em monstros ou elfos ou sombras no escuro. Agora ela estava em casa, observando o p?r do sol pela janela e olhando para o e-mail n?o aberto no seu port?til. Re: O seu coment?rio sobre os monstros no escuro. Se Maddy soubesse o que era melhor para ela, ela o apagaria, fecharia o port?til e iria para a cama cedo para voltar ao trabalho pela manh?. Mas ela era uma mulher adulta com todas as luzes da casa acesas porque havia um monstro debaixo de sua cama, ent?o ela devia a si mesma saber todas as possibilidades e esperar que houvesse uma maneira de resolver o seu problema. Antes que ela pudesse se convencer do contr?rio, ela abriu a mensagem. Ol?, Maddy. Obrigado por entrar em contacto comigo. Posso garantir que n?o ? uma farsa. Eu sei porque eu mesma encontrei um elfo escuro. Recusei a sua oferta, posso ter formulado mal no artigo. Voc? tem um elfo mostrando interesse? Estarei dispon?vel o dia todo se voc? precisar de conversar. N?o foi assinado. Quem quer que fosse essa pessoa, n?o queria a sua identidade conhecida. N?o tendo nada a perder, ela respondeu com um breve resumo do seu problema com o monstro e o encontro da noite anterior. Ela clicou em enviar e se levantou para fazer um sandu?che de peru. Maddy ent?o comeu na cozinha, de p? e olhando para o port?til que permaneceu na mesa de apoio do outro lado da sala. Finalmente, soou um alerta a sinalizar uma nova mensagem, e ela correu para o computador, clicando na resposta. Ele deve estar realmente interessado em voc?. Normalmente, eles esperam para fazer contacto at? que o humano os procure, fazendo perguntas ou provocando-os… Se voc? n?o quer nada com ele, converse com ele e diga que n?o est? interessada. Ele pode n?o partir para sempre, mas ser? menos agressivo e deixar? de tentar chamar a sua aten??o como fez na noite anterior. Eles s?o muito exigentes quanto ? felicidade de suas companheiras. Aparentemente, ? dif?cil para as mulheres humanas que eles levam carregar uma crian?a elfo negro at? o fim. O descontentamento ? perigoso. Se voc? estiver interessada, pode lan?ar a isca. Atraia-o para a sua cama. N?o se preocupe, voc? n?o pode conceber sem estar em Svartalfheim e se submeter a ritos sagrados. At? voc? concordar em deixar Midgard, ? apenas sexo recreativo. A boca de Maddy caiu aberta. Ela passou de se preocupar com um monstro assustador debaixo da cama para possivelmente abrigar um monstro sexual que poderia estar excitado por ela. Ela riu de novo, sem ningu?m para ouvi-la enquanto desligava o computador. N?o houve necessidade de resposta, j? que a pessoa que controlava o site era louca e claramente vivia num mundo de fantasia. Agora que Maddy tinha tirado aquela loucura do caminho, ela podia parar de pensar sobre isso e seguir em frente. Ela n?o conseguia parar de pensar nisso. As luzes do quarto estavam todas acesas, o comando apertado com for?a na sua m?o e o len?ol puxado at? o queixo. Ela lan?ou as cobertas e o edredom ao acaso, j? que n?o queria ficar muito perto da cama para fazer as pazes depois do que aconteceu na noite passada. O edredom estava de lado, arrastando no ch?o. Ela n?o ligou. Estava segura na luz, e o elfo escuro, se era isso, n?o poderia alcan??-la. Olhando para o teto, ela tinha plena consci?ncia do fato de que n?o fazia sexo h? meses, talvez at? um ano… N?o. Ela calculou na sua cabe?a. Mais de um ano. A ideia de sexo consensual com um estranho sempre a fascinou, embora ela n?o fosse o tipo de ser capaz de continuar com isso. As fantasias sexuais muitas vezes eram assim, intrigantes porque era algo que uma pessoa n?o podia, ou nunca faria. Mas se a pessoa que controlava esse site dissesse a verdade, Maddy poderia agir de acordo com essa fantasia. Ela poderia mandar o elfo escuro embora para sempre depois que terminassem, e ningu?m nunca teria que saber. N?o pode ser assim t?o mau. Tem que ter um problema. Ela estava realmente a considerar isso? Independentemente disso, Maddy se mexeu sob as cobertas. A sua pele estava excessivamente quente e ela podia sentir a humidade entre as pernas. Ela nunca se masturbava na cama, paranoica com a coisa debaixo da cama ouvindo-a, mas se ela n?o parasse de pensar nisso, ela poderia cair na tenta??o. Ela olhou para o rel?gio na mesinha de cabeceira. Eram duas da manh?. Como ela ainda estava acordada? Algo se moveu debaixo da cama. Deslizando, deslizando. Ent?o, sil?ncio. A sua respira??o ficou presa na garganta. Est? ali. A humidade entre as pernas se tornou mais aparente, e ela estava ao mesmo tempo mortificada e excitada. Se ela se tocasse, o monstro ouviria. Ele saberia. As luzes estavam acesas, o que significava que n?o podia sair e agarr?-la. Se o que ela leu antes fosse verdade, ela poderia traz?-lo para a sua cama, desligando as luzes e perguntando a ele ali. O problema era que parecia rid?culo e, considerando isso, a fazia se sentir uma idiota, como se fosse cr?dula. Por?m, havia algo debaixo da cama, ent?o por que n?o poderia ser um elfo escuro? Um sorriso apareceu nos seus l?bios. Se ela se tocasse e falasse com ele, e ele realmente n?o pudesse deixar o espa?o escuro sob a cama, ela saberia com certeza se era um elfo escuro ou n?o. Abrindo as pernas, Maddy largou o comando e deslizou a m?o por baixo da cintura do cal??o do pijama e da calcinha. Ela mordeu o l?bio ao primeiro toque agrad?vel de fric??o e fechou os olhos. Perdendo-se na sensa??o, ela quase esqueceu o barulho debaixo dela e se acalmou. O monstro parecia… inquieto. Ela n?o deveria falar sobre isso. Ela realmente n?o deveria. "Eu posso ouvir voc? a? debaixo." Os movimentos pararam ao som da sua voz. "? muito rude interromper uma garota quando ela est? a se cuidar." Ela quase riu do absurdo de tudo isso. "Tenho certeza que voc? tem uma desculpa v?lida para isso." Ela n?o esperava uma resposta. Em vez disso, ela come?ou a cair de volta nos movimentos de seu auto-prazer, mas ent?o um timbre profundo de uma voz masculina, num sotaque caprichoso que ela n?o conseguia identificar, a paralisou mais uma vez. "? muito mais indelicado me provocar. Eu ou?o os seus suspiros. Cheiro a sua excita??o. Apague as luzes e me convide para ajud?-la." Ela estava chocada demais para comentar. Ent?o ele acrescentou sombriamente, "Se voc? ousar." O seu cora??o disparou. "Voc? pode falar?" Por que ele n?o fez isso antes? Todos esses anos e ele esteve em sil?ncio, ent?o tinha que haver uma raz?o maior do que desej?-la. Ningu?m esperava dez anos sem um prop?sito. "Voc? me achou incivilizado?" O monstro riu. "Isso ? justo, eu suponho. Uma vez que eu tiver as minhas m?os sobre voc?, o meu comportamento se tornar? bastante primitivo." Um arrepio percorreu o seu corpo e ela n?o p?de evitar de retomar as suas a??es. "O que eu quis dizer foi que voc? fala ingl?s?" "Minha m?e ? humana, ent?o ela me ensinou a sua l?ngua." Ele fez uma pausa, aprofundando a voz. "Voc? continua a me provocar. Apaga as luzes." A rebeldia come?ou. N?o poderia toc?-la enquanto as luzes estivessem acesas. Ela n?o tinha nada a temer, e o seu desejo por ela apenas aumentava a sua excita??o. "Acho que n?o vou. Quem voc? pensa que eu sou para convidar estranhos para a minha cama quando eles aparecem debaixo dela?" Rosnou, e o som era t?o desumano que ela quase saltou da cama para fugir do quarto. Ela n?o acreditava que n?o conseguiria agarrar o seu tornozelo se ela tentasse tal coisa. Ent?o, suavemente, o monstro disse: "Eu sei que voc? sabe o que eu sou. Eu tratei disso depois que te assustei ontem ? noite. Por isso pe?o desculpas." Ela se sentou quando a implica??o apareceu. "O que voc? quer dizer com voc? tratou disso?" Ele configurou o site para ela encontrar? "Svartalfheim ? um mundo de magia, n?o apenas escurid?o. Certifiquei-me de que encontrou as informa??es que procurava." Ele fez uma pausa. "Novamente, a minha m?e ? uma humana. N?s nos adaptamos aos tempos tanto quanto voc?, do nosso jeito." Ela balan?ou a cabe?a. Imposs?vel. "Voc? invadiu a Internet de outro mundo? Uma luz de computador n?o machucaria voc??" Sem mencionar que a conex?o n?o seria uma merda absoluta? "N?o se ela foi criada usando os cristais do meu mundo. Svartalfheim pode ser uma terra de noite eterna, mas tem beleza e maravilhas pr?prias. Eu poderia te mostrar… Quer que eu…" Os seus olhos se estreitaram e ela se enterrou de volta nos len??is. Estava tentando induzi-la a confiar e partir com isso. Perigo desconhecido! "Voc? sabia que eu reagiria dessa maneira." Uma longa pausa seguiu o seu coment?rio. "Assim eu esperava. Eu disse que voc? poderia me mandar embora." Ele parou novamente. "Voc? parou de se tocar." Percebeu isso, n?o foi? "Ficou entediada." O elfo escuro estava um pouco concentrado. Orquestrar o assustando e, em seguida, configurar as informa??es para que ela as encontrasse… por que? Por que ele n?o come?ou uma conversa com ela antes? N?o seria mais ben?fico para ele do que ficar escondido l? debaixo? "Mentiroso." A sua excita??o est? mais forte do que antes. "Voc? quer que eu deite na sua cama, apenas pensar nisso faz voc? ansiar por mim." "N?o, n?o tenho." Ela queria um pouco, mas era tudo t?o surreal e ela n?o conseguia lidar com isso. "Madison Wright, apague as luzes." disse ele com autoridade suficiente que ela quase obedeceu at? que ela registou o controle que ele estava a tentar obter sobre ela. Uso de nome completo al?m disso? Credo, n?o! Ela ainda n?o confiava nele. "Eu nunca vou deslig?-las." "Voc? quer jogar assim, tudo bem. Eu sou paciente, mas esperei anos para voc? amadurecer e o seu cheiro me diz que voc? est? pronta para acasalar." "? por isso que voc? nunca tentou falar comigo ou me tocar antes?" Ele estalou. "Voc? n?o estava preparada para mim quando eu te encontrei, ent?o eu toquei num outro lugar. Voc? finalmente est? pronta, e minha paci?ncia acaba agora." Ela estava prestes a gozar do seu tom quando a cama se inclinou para o lado, mais perto da parede, virando e deixando um trecho sombreado no canto, longe de qualquer uma das luzes. "Mas…" "Voc? me provocou esta noite, um dos D?kk?lfar." O colch?o mudou e os cobertores se mexeram. Em seguida, vincos volumosos no cobertor tomaram a forma de dois bra?os se arrastando para o lado. Ele estava rastejando para a cama por baixo das cobertas. Ele moveu a cama para que houvesse ainda menos luz perto do ch?o para ele fazer isso, e o edredom estava a tocar o ch?o desse lado. Deve ter sido assim que ele apagou as luzes da corda na noite anterior. Ele puxou os len??is para o ch?o, rastejou sob eles e desligou as luzes. Quando a forma de um homem escorregou pela borda do colch?o, ela gritou e come?ou a se desenvencilhar dos len??is, mas uma m?o quente envolveu o seu tornozelo. O seu calor a surpreendeu. Por alguma raz?o, ela esperava que ele fosse frio ao toque. Os elfos n?o pareciam ser criaturas calorosas. Ou talvez ela apenas esperasse que ele n?o se sentisse como um homem, ent?o ela n?o podia pensar que ele era como um. "Tire os len??is e vou arrast?-la para baixo da cama comigo." disse ele. "Para Svartalfheim. ? isso que voc? quer?" "N?o!" Como uma pessoa pode ficar excitada e assustada ao mesmo tempo? Aparentemente, tenho s?rios problemas mentais que preciso de resolver come?ando logo de manh?. "Fique a? ent?o." Ele a soltou e continuou se arrastando sob os len??is at? que a figura de um homem alto se enrolou no espa?o aos p?s da sua cama. Ent?o a sua cabe?a girou em dire??o a ela e ele come?ou a rastejar entre as suas coxas. Ela ficou boquiaberta, n?o acreditando na verdade ? sua frente, mas bateu as pernas de qualquer maneira enquanto as risadas mel?dicas do elfo enchiam a sala. CAP?TULO QUATRO "Voc? vai apagar as luzes agora?" O elfo deslizou as palmas das m?os sobre as pernas dela, e ela estremeceu antes de permitir que ele as separasse novamente. Maddy n?o tinha certeza do que ela o deixou fazer, mas ela estava muito curiosa para se mover, e n?o porque ela pensou que ele poderia roub?-la com ele. As luzes ainda estavam acesas e isso lhe deu uma vantagem. "Eu… eu n?o acho que deveria." ela disse com a voz tr?mula. "O que voc? est? a fazer?" Ele moveu as m?os para a cintura dela e lentamente arrastou os seus cal??es e calcinhas por suas pernas. Ela deveria chut?-lo para fora da cama com os cobertores. Ela realmente deveria, mas… e se ela n?o o fizesse? "O seu cheiro me seduziu por muito tempo." "Assim voc? disse." Ele confessou ter estado com outras mulheres durante o tempo que a visitou. Definitivamente masculino. Ela revirou os olhos. No entanto, ela n?o se aborreceu com isso. O fez parecer quase atencioso por saber que ela n?o estava pronta para dar esse passo. Maddy n?o tinha certeza do que mudou, mas agora ele estava na sua cama e ela queria ver o que aconteceria a seguir. "Uma companheira sempre cheira mais doce do que as outras f?meas, e quando encontramos as nossas companheiras desta forma, ficamos, protegendo-as. N?o ? at? que o cheiro mude, muito ligeiramente, que voc? sabe que a sua companheira est? pronta para aceit?-lo. Que ela pode lidar com voc?, e a sua pr?pria perce??o das mudan?as dela de interesse para a lux?ria, e todas as outras mulheres n?o v?o mais nos intrigar, a menos que sejamos rejeitados e tenhamos que esperar por uma poss?vel nova companheira vir ? exist?ncia." Ele se aproximou e acariciou a parte interna da sua coxa. "T?o macia. T?o quente…" As suas m?os e o seu rosto pareciam de um homem. Talvez ele n?o fosse um monstro, apesar de ser um elfo escuro e tudo o que isso implicava. Ele tinha cabelo comprido e os fios sedosos ro?avam a sua pele, fazendo c?cegas e atraindo. N?o v?-lo tornava tudo mais er?tico de alguma forma. Proibido. Maddy estremeceu e o elfo prendeu a respira??o. "O seu corpo me convida a prov?-la. Veja como brilha dentro desta parte sagrada de voc?." A respira??o dela ficou superficial. Ele a provaria? Ela queria que ele o fizesse? "Sim…" ela sussurrou sem querer. O elfo interpretou isso como um convite e passou uma longa l?ngua por sua fenda, lambendo suavemente o centro do seu corpo. Ela caiu para tr?s contra o travesseiro e fechou os olhos. Oh Deus, o monstro era real. Ele ia fazer sexo com ela. E ela ia deixar. A sua l?ngua circulou o seu clit?ris e ela engasgou quando as suas pernas se separaram. Ela agarrou o comando sob as cobertas. Como se soubesse o que ela estava fazendo, ele aumentou as suas ministra??es, deslizando um dedo dentro dela. Os pr?prios dedos de Maddy se enrolaram em torno do dispositivo de pl?stico e ela o puxou para fora das cobertas. Uma fonte de luz ap?s a outra se apagou com alguns toques h?beis de bot?o at? que apenas a l?mpada ao lado da cama permaneceu. Ela apertou o bot?o e largou o comando na mesinha de cabeceira. Ela foi recompensada quando ele puxou as suas coxas para mais perto dele, movendo o seu corpo para que as suas pernas ca?ssem sobre as suas costas musculosas. Ele lambeu, mordiscou e chupou a sua carne sens?vel at? que um ?xtase penetrante e quente a atingiu e ela gritou enquanto o seu corpo tremia violentamente. Os len??is puxaram para tr?s e uma figura sombria subiu pelo seu corpo, acomodando-se entre as suas coxas. Ele j? estava nu, e uma ere??o grande e dura repousava contra a sua coxa. "Voc? desligou as luzes para mim." disse ele, surpresa no seu tom. "Sim." ela concordou, se aquecendo nas r?plicas subtis de paix?o que a percorriam. "Voc? quer que eu a leve?" Maddy come?ou a responder e ent?o se lembrou da informa??o que ele lhe deu, e as suas palavras a fizeram hesitar. "Como no sexo, aqui, ou sair com voc??" "O que voc? quiser de mim." Ok, essa n?o foi uma resposta direta. "Voc? promete que eu n?o posso engravidar sem realizar ritos sagrados no seu mundo?" Ele acariciou o seu quadril. "Eu juro. At? que voc? se vincule a mim, voc? n?o pode conceber." "N?o estou pronta para ser m?e." confessou ela, estendendo a m?o para toc?-lo. A sua bochecha era quente e macia, e quando ele encostou o rosto na palma da sua m?o, uma orelha alongada e pontuda ficou aparente. Embora ela n?o pudesse ver as suas fei??es, ela podia senti-lo. Ele era alto, magro e forte. Ele tinha cabelo comprido e orelhas de elfo, mas nenhum pelo facial ou corporal que ela tivesse notado. S? isso no couro cabeludo. "Qual ? o seu nome?" Era justo conhecer o dele quando ele conhecia o dela. "Eu n?o posso te dizer." ele se esquivou. Ele era t?o livre com respostas naquele site, mas agora ele n?o respondia ?s suas perguntas. "Oh, e por que n?o?" "Um elfo escuro n?o pode revelar o seu nome para a sua companheira at? que eles estejam a realizar os ritos sagrados." Ela bufou. "Isso ? arcaico." Como eles sabiam o que chamar um ao outro? "Voc? queria primitivo." Divers?o coloriu a sua voz. "Agora voc? tem." Ela riu. Touch?, elfo. "Maddy" disse ele, a voz rouca. "Diga a palavra. Deixe-me provar que vale a pena ser seu companheiro." Surpresa, ela se sentou. Depois de um segundo, ele fez o mesmo, ajoelhando-se na frente dela, uma sombra feita carne. "Voc? realmente n?o pode fazer sexo comigo at? que eu pergunte?" "Eu posso…" ele evitou. "Mas descontentamento…" "Ah, me torna mais dif?cil de procriar. Percebi." Ela n?o tinha certeza se gostava de ser vista como um dispositivo para fazer bebes, mais ou menos, mas ele disse que ela n?o poderia conceber at? que eles fizessem os ritos. Ent?o, eles poderiam adiar isso. Talvez indefinidamente. Talvez ele n?o fosse um bom amante e ela pudesse dispens?-lo completamente. A escolha de sexo com ele aqui e agora n?o precisava ser um compromisso, e ele mesmo disse isso. Sexo recreativo. O elfo ergueu a m?o dela e beijou a parte de tr?s dos n?s dos dedos. Ent?o ele puxou a sua m?o para baixo na sua ere??o, envolvendo a palma da m?o em torno dela e segurando-a l?. Ele grunhiu com o contacto e ela engoliu em seco. Embora ela n?o achasse que a sua circunfer?ncia seria um problema, apesar de ser bastante impressionante, e se o comprimento fosse muito grande? Ela o deixou mover a m?o para cima e para baixo da base ? ponta e vice-versa. Ele era grande, mas n?o monstruosamente, e n?o parecia haver nenhum tent?culo escondido ou ap?ndice extra de qualquer tipo. Gra?as a Deus. Maddy se inclinou para ele, segurando a sua nuca com a m?o livre. Ela teve que beij?-lo. De jeito nenhum ela tomaria uma decis?o sem saber se ele beijava bem. Ele pareceu perceber o que ela queria e reivindicou os seus l?bios com furioso abandono. Ela parou de acariciar e ergueu as duas m?os para se enredar no seu cabelo, aproximando-se e montando nos seus joelhos. Ele agarrou os seus quadris, deslizando para baixo o seu traseiro e puxou-a contra ele, posicionando-se. A ponta dele pressionou na sua entrada, e ela quase choramingou de necessidade. Ela n?o achava que j? teve tanta expectativa antes na sua vida. Ele mordiscou os seus l?bios e ela sentiu caninos afiados ro?arem levemente a sua pele, n?o exatamente como um vampiro, mas mais longos do que os de um humano normal. Ele era um monstro, mas n?o. Ele era um homem, mas… n?o como qualquer um que ela j? conheceu. Ela deveria tem?-lo porque ele representava o desconhecido, mas ela n?o o fez. O elfo procurou mant?-la para si. Ele queria acasalar com ela. Procriar com ela. Rouba-la como Hades fez com Pers?fone. "Mostre-me como ? ser sua." ela sussurrou contra os seus l?bios. Os cantos de sua boca se inclinaram para cima contra sua pele enquanto ele se empurrava para dentro dela. Ela engasgou com a plenitude. "Isso tem que ir." O elfo puxou a blusa pela cabe?a e a lan?ou atr?s dele. "Isso, perfeito. Voc? ? perfeita." Ele deslizou as m?os at? os seus seios, tateando, acariciando. Em seguida, ele beijou o seu queixo at? o pesco?o, at? o peito, eventualmente agarrando-se ao seio esquerdo quando ele finalmente come?ou a se mover dentro dela. T?o rapidamente que ela n?o teve tempo de registar o movimento, o elfo a empurrou contra os travesseiros, as m?os apoiadas na cama, e acelerou o ritmo das suas estocadas. Ela engasgou, segurando a cabe?a dele contra os seios enquanto ele transferia a aten??o para o peito certo, e ela envolveu as pernas com for?a ao redor da sua cintura. Como isso estava a acontecer com ela? Ela era uma mulher comum. N?o havia nada de especial sobre ela de qualquer maneira. No entanto, um elfo escuro a escolheu, ou o destino escolheu. Foi tudo t?o… fant?stico. Cada impulso trouxe Maddy mais perto da borda de outro orgasmo. Ele se sentou e apertou as m?os dela, empurrando os bra?os dela acima da cabe?a enquanto mudava o ritmo das suas estocadas para golpes medidos. Cada movimento ro?ava aquele feixe de nervos sens?vel que a fazia ver fa?scas e fazia com que as l?grimas humedecessem os cantos dos seus olhos. Era t?o bom, muito para lidar. Certamente, ela iria se despeda?ar quando gozasse. Ele se afastou e ela come?ou a protestar, mas ent?o ele a virou, puxando os seus quadris contra ele, onde ele se ajoelhou atr?s dela. Ele a penetrou lentamente e foi terrivelmente sensual. Quando ele se sentou ao m?ximo, de alguma forma ainda mais profundo do que antes, ele grunhiu como se estivesse satisfeito consigo mesmo. Antes que ela pudesse questionar o que ele estava a fazer, ele se afastou, quase completamente, e empurrou nela com golpes r?pidos e fortes. Ela apertou os len??is nas palmas das m?os e gritou quando onda ap?s onda de ?xtase a percorreu, mas ele n?o tinha terminado. Ele manteve o seu ritmo e isso a fez gemer e estremecer numa liberta??o prolongada. Justo quando ela pensou que n?o aguentaria mais, ele ficou tenso, estremecendo erraticamente, e o calor se infiltrou profundamente dentro dela. Essa foi a ?ltima coisa que ela se lembrou antes de tudo escurecer. Maddy n?o tinha certeza de quanto tempo dormiu, mas ela acordou sentindo que era feita de geleia quente e algu?m estava acariciando o seu quadril e coxa. Os seus olhos se abriram. Algu?m estava fazendo isso. O quarto permaneceu envolto em escurid?o, e o rel?gio mostrava que eram cinco e quinze da manh?. Ela devia acordar para se preparar para o trabalho. Ela poderia ao menos ficar de p?? Ela virou a cabe?a e o seu elfo sombrio se inclinou e a beijou, deslizando a l?ngua na sua boca para saquear e dan?ar com a dela. Ele deslizou dois dedos dentro dela e ela gemeu, movendo-se contra a sua m?o. "V? como o seu corpo acorda faminto pelo meu?" ele sussurrou contra os seus l?bios. "Algu?m mais fez voc? se sentir assim?" Rapidamente, ele removeu os dedos, ergueu a perna dela e ent?o empurrou dentro dela. Ele tra?ou c?rculos pregui?osos ao redor de seu clit?ris com os dedos enquanto empurrava lentamente. "Diga-me que voc? desistiria disso por uma vida de mediocridade e eu voltarei para Svartalfheim, para nunca mais voltar. Voc? pode manter esta noite como o seu segredo, se assim desejar." No fundo da sua mente, ela se advertiu para n?o fazer promessas quando distra?da pelo prazer. Em vez disso, ela gemeu enquanto ele afastava o cabelo da nuca dela e beijava e mordiscava a carne ali. Ela nem sabia o nome dele. Ele acelerou o ritmo, esfregando o seu clit?ris com mais for?a e mais r?pido com os golpes. "Diga que voc? quer ir embora comigo. Poder?amos fazer isso por dias a fio, sem parar. Desista do seu mundo. Volte para o meu." As suas pernas come?aram a tremer. Ela estava t?o perto. "Diga, Maddy." pediu ele, gemendo contra o ouvido dela. O seu corpo estava tenso, prestes a estalar e em sincronia com o dela. Ela n?o deveria. Ela realmente n?o deveria dizer nada. Ele empurrou contra ela, gozando forte, pressionando o seu clit?ris com a base da palma da m?o, ele a segurou assim. Era t?o possessivo, mas a levou ao limite. "Diga que voc? quer ir embora comigo." "Sim!" ela gritou quando o ?xtase a atingiu. Ela n?o tinha a certeza se respondeu a ele ou s? quis dizer isso como uma b?n??o. Naquele momento, n?o importou. O prazer, a sensa??o, foi avassalador. Deus, o seu corpo estava vivo, quente e cantando de satisfa??o. E ent?o, t?o rapidamente quanto o seu orgasmo bateu, o elfo negro deslizou para fora dela e a ergueu em seus bra?os. Ela estava muito feliz e nem teve tempo para pensar ou questionar os seus motivos antes de ele saltar para o ch?o, a colocasse no ch?o e deslizasse debaixo da cama, desaparecendo diante de seus olhos na escurid?o. Quando a consci?ncia come?ou a retornar ? mente dela, as m?os dele dispararam e ele agarrou os seus tornozelos, arrastando-a para debaixo da cama com ele para Svartalfheim. VOLUME DOIS O MONSTRO NO ARM?RIO CAP?TULO UM "Estou atrasada!" Phoebe gritou enquanto olhava para o telefone. Ela pensou que seria capaz de fazer a sua pr?pria maquilhagem, mas isso foi um erro. Ela teve de remover a carnificina tr?s vezes e come?ar de novo. Tanto para v?deos tutoriais online. Em vez disso, ela acabou por fazer uma sombra simples castanho-acobreado e r?mel, sem o delineador. Algumas mulheres tinham dom quando se tratava de maquilhagem, mas o seu ?nico talento era estragar as coisas. Agora ela estava atrasada para a sua festa favorita do ano, uma das poucas a que realmente comparecia. Todas as noites de Halloween, a sua antiga irmandade dava uma festa de fantasia com o tema de contos de fadas e ela era convidada a voltar como ex-aluna. Este ano era A Bela e o Monstro, onde as mulheres foram incentivadas a se vestir como princesas e os homens como monstros. Claro, todos podiam usar a fantasia que quisessem, mas a maioria dos foli?es seguia o tema. Por semanas, Phoebe estava a morrer de vontade de ir. O seu namorado de tr?s meses precisava de ser mais convincente. Adam odiava fantasias. Ent?o, novamente, ele odiava muitas coisas. Como quando ela n?o usava maquilhagem em p?blico. Era por isso que ela estava a se esfor?ar tanto. Ela n?o deveria, ela sabia disso, mas l? estava ela. A tentar agradar a um homem eternamente infeliz. Suspirando, ela colocou os cosm?ticos de volta na bolsa ao lado da pia e correu para o quarto para terminar de se vestir. Ela tinha exagerado em lingerie sexy, esperando que Adam gostasse de tir?-la quando voltassem para casa. Uma tanga rendada de cor creme e meias na altura da coxa a combinar com uma cinta-liga, com um busti? em casca de ovo amarrado nas costas como um espartilho e ela parecia pertencer a um cat?logo. Ou porno. Dependia de como a festa fosse! Ela puxou uma an?gua fofa para dar forma ao vestido e, em seguida, cal?ou saltos dourados brilhantes. O seu vestido teve que ser colocado em duas pe?as, brancas com uma camada de ouro que brilhava e cintilava na luz. Ela tinha o cabelo escuro meio preso na nuca e mal podia esperar para ver a express?o no rosto de Adam quando ele a visse. Phoebe puxou o cord?o da luz do arm?rio para apag?-la, saiu e come?ou a fechar a porta, mas parou. No fundo do arm?rio, uma forma pairava como uma sombra mais escura do que as outras sombras ao redor. Ela o tinha visto algumas vezes desde que se mudou para este apartamento alguns meses atr?s. Se ela acendesse a luz de volta, nada estaria l?, e ela n?o poderia descobrir o que estava projetando aquela sombra para mov?-lo. Ela deu de ombros e fechou a porta, verificando se permaneceria fechada. A maldita coisa ?s vezes se abria sozinha, e ent?o ela se assustava pensando que havia algo a olhar para ela. "Apenas a sua mente a pregar partidas em voc?." ela murmurou e agarrou a sua bolsa e telefone. Ela mandou uma mensagem para Adam para lembr?-lo de sair do trabalho e ir para a festa. O pobre se importava mais com as contas e finan?as da empresa do que com a divers?o. Onde diabos estava Adam? Phoebe mudou de um p? para o outro e tentou ver por cima da cabe?a de dezenas de festeiros fantasiados. Os seus sapatos eram incr?veis, mas n?o tanto na planta dos p?s. Ela mataria por uns chinelos. Adam ainda n?o tinha chegado e ela estava se esgotando com a socializa??o. Os seus p?s do?am, e ela usava todo esse material sexy sob o vestido, porque ela pensou que teria alguma a??o esta noite enquanto se sentia e parecia uma princesa, mas aparentemente n?o. Suspirando, ela se dirigiu a um dos quartos no segundo andar, onde os casacos estavam guardados, para que ela pudesse alcan?ar um pouco de solid?o. Ela fechou a porta e caminhou at? a cama para se sentar e puxou o telefone da sua bolsa. Uma vez que a press?o caiu sobre os seus p?s, ela gemeu de contentamento. Phoebe n?o se atreveu a tirar os sapatos, pois cal??-los seria dez vezes pior. Em vez disso, ela tentou ligar para Adam, mas foi direto para a caixa de mensagens. "Onde voc? est??" ela quase rosnou antes de desligar. Ent?o ela verificou as suas mensagens, e chocante, nada de novo. O rangido de uma porta veio suavemente da sua direita e ela engasgou. O arm?rio se abriu e ela apertou os olhos, tentando determinar se havia l? algu?m. Ela tinha interrompido as pessoas a se beijar, ou pior, batendo nos bolsos dos casacos deixados na cama? Quando o aquecedor ligou, ela riu de si mesma. Era apenas a casa sendo uma casa velha. N?o havia um monstro escondido no arm?rio aqui ou no seu pr?prio apartamento. Monstros n?o existiam. Sentindo-se tola, Phoebe recobrou o ju?zo e saiu da sala. Era bom ter um momento para si mesma sem pessoas, mas ela n?o estava disposta a continuar a fingir que estava feliz quando n?o tinha ideia se Adam planeava aparecer. A rejei??o tinha arruinado efetivamente a noite. Por que ela n?o conseguia encontrar algu?m que a apreciasse? Que quisesse ir a lugares e fazer coisas? Quem realmente atendesse quando ela ligava? N?o parecia pedir muito para ser procurada, desejada. Ter a no??o de que o mundo de algu?m n?o estaria completo sem ela nele. Phoebe piscou para conter as l?grimas, pegou no casaco e desceu as escadas em dire??o ? porta da frente. Ela se despediu rapidamente e foi direta para o carro. Uma vez l? dentro, ela deixou escapar as l?grimas que estava segurando e mandou uma mensagem de texto uma breve mensagem de t?rmino para Adam. Ela estava farta da sua merda. Era hora de viver para si mesma. Se ele n?o a quisesse, ela estaria cansada de esperar que ele mudasse de ideia. Estava tudo acabado entre eles e ela esperava que ele ficasse bravo quando visse a mensagem. Quando ela levantou a cabe?a, o movimento nas sombras chamou a sua aten??o entre as ?rvores em frente ao lado direito do seu carro. Ela apertou os olhos. Um grande animal ficou nas sombras, obscurecido da vista total. Tinha a forma de um cervo, e ela mal conseguia distinguir os seus chifres. Oh, ser selvagem e n?o se preocupar com nada al?m do que a natureza pretendia. Phoebe ligou o carro e os far?is iluminaram a ?rea onde o veado estivera. Ali, n?o existia nada. CAP?TULO DOIS Homens. Quem precisava deles? Phoebe entrou no seu apartamento e fechou a porta atr?s de si. Nunca mais grata por morar no r?s do ch?o do que quando sua noite tinha sido uma merda. Primeiro, ela trocaria essas roupas, depois tomaria banho e tomaria um litro de gelado. Talvez n?o nessa ordem. Ela enxugou o rosto. Ela teve de parar duas vezes de tanto chorar que o r?mel queimou os seus olhos. Phoebe fungou e desceu o curto corredor at? ? casa de banho e rapidamente limpou os restos da sua maquilhagem. Ela olhou para o seu reflexo e chorou mais. Todo aquele esfor?o para ficar linda para aquele idiota e ele nem apareceu. Ele a deixou de p? e n?o podia ligar e dizer a ela ou dar uma raz?o. Nem mesmo uma desculpa qualquer. Ele a estava a trair ou ela era apenas indesej?vel para ele? Ele sempre quis consert?-la. Corte seu cabelo. N?o coma esse biscoito ou voc? engordar?. Voc? deve usar mais maquiagem. Fa?a um branqueamento aos dentes. Voc? j? pensou em implantes mam?rios? Phoebe se abra?ou e lutou contra outra onda de l?grimas. Adam n?o as merecia. Ela congelou quando as batidas de passos suaves soaram do outro lado da parede entre a casa de banho e o quarto. "Adam?" Ela se virou, enxugando o nariz com um len?o de papel e lan?ou-o no lixo. "? voc??" Talvez ele tivesse vindo para surpreend?-la, e levar um pontap? no traseiro para fora do seu apartamento. Parvalh?o. Ela saiu para o corredor e alcan?ou o quarto para acionar o interruptor de luz. Phoebe espreitou pela esquina. "Adam?" A porta do arm?rio estava escancarada num quarto vazio quando ela sabia que a tinha fechado antes de ir para a festa. Sem pensar, ela correu para a sala e pegou no seu telefone e nas chaves. Ela n?o parou para trancar o apartamento, mas fugiu direta para o carro. Uma vez que ela estava dentro, ela fechou a fechadura e chamou a pol?cia. Eles n?o acreditaram nela. Nenhum sinal de entrada for?ada e nada roubado, ent?o eles alegaram que a ?nica maneira de algu?m entrar e abrir o seu arm?rio seria se tivessem uma chave. Phoebe tinha ouvido passos, mas n?o podia provar. Uma policial percebeu que ela estava com o rosto inchado de tanto chorar e perguntou se algo traum?tico havia acontecido, ent?o ela contou que Adam n?o apareceu para a festa e terminou com ele. Naturalmente, a conclus?o foi que Adam tentou assust?-la e o oficial sugeriu que Phoebe passasse a noite com um amigo e trocasse as fechaduras pela manh?. Bom conselho, se foi o que aconteceu. Ela saberia se tivesse sido Adam. Ele n?o tinha problemas em gritar com ela quando estava insatisfeito. Se ele se importasse o suficiente por ela ter terminado com ele por mensagem de texto, ela tinha not?cias dele. Ele n?o perderia o seu tempo rastejando pelo apartamento dela para se divertir. Derrotada, Phoebe voltou para o seu apartamento, tirou os sapatos e foi para o quarto. Tudo o que ela queria fazer era dormir. Ela olhou para o telefone enquanto o colocava no carregador. Percebendo que tinha uma mensagem de Adam, ela abriu a sua caixa de entrada e a tristeza rasgou o seu cora??o em peda?os. Ele n?o tinha discutido o seu caso sobre o rompimento. Ele n?o tentou argumentar com ela. Tudo o que ele escreveu foi, "Ok." Dois simples caracteres de aceita??o, nem mesmo a palavra inteira, foi tudo o que Adam poupou para o fim de seu relacionamento. Sem se preocupar com as luzes, ela come?ou a tirar as roupas. A parte de cima do vestido exigiu um pouco de esfor?o para ser removido, muito mais do que precisou para vestir, mas ela conseguiu. Ent?o ela o atirou no cesto no canto com um pouco mais de agress?o do que o pretendido. A saia veio a seguir, deixando-a com sua an?gua e lingerie, que usava para absolutamente nada. "Eu deveria sair e dormir com um estranho aleat?rio para irritar voc?, Adam. Seu imbecil." Ela abriu o fecho do colar e o removeu. Em seguida, os seus brincos, colocando ambos na c?moda ao lado da bolsa. "Estou uma bagun?a e, aparentemente, n?o sou atraente o suficiente para manter um homem, ent?o quem iria me querer?" O seu reflexo fez uma careta para ela, ou teria se ela pudesse distinguir as suas fei??es no escuro. O contorno da porta aberta do arm?rio atr?s dela era percet?vel, ent?o ela olhou para ele. "E voc?," ela acusou, "por que voc? n?o fica trancado quando eu te fecho?" "Porque ent?o eu n?o posso vigiar voc?. Que fique claro que eu quero voc? e terei prazer em aceitar a sua oferta." Ela olhou boquiaberta para o espelho, sem saber se os seus ouvidos a estavam a enganar ou se a sua mente finalmente tinha estourado. N?o deveria ter havido uma resposta. Por um lado, o seu discurso foi para expulsar a sua frustra??o tendo uma conversa consigo mesma. Perfeitamente normal, mesmo que um pouco tola. A voz masculina que ela ouviu, no entanto, n?o era normal. Na verdade, depois que a pol?cia vasculhou cada cent?metro do seu apartamento e n?o encontrou ningu?m ? espreita, um homem no seu apartamento n?o deveria estar l?. Todos os pensamentos l?gicos. Racioc?nio perfeitamente l?gico. No entanto, h? um homem no meu arm?rio… Girando, ela apertou os olhos na dire??o do alto-falante. Quem quer que fosse, tinha uma voz profunda e rouca e um sotaque estranho. Definitivamente estrangeiro. "Quem est? a??" Ela alcan?ou a luz do quarto perto da c?moda e a acendeu. Ela n?o viu ningu?m, mas o arm?rio se estendia mais para tr?s do que ela podia ver deste ?ngulo. Phoebe procurou uma arma e pegou um vaso de rosas vermelhas de seda. N?o adiantaria muito, sendo feito de pl?stico e fibra, mas arremess?-lo num atacante lhe daria vantagem para fugir. "Estou a avisar-te!" Caminhando na ponta dos p?s em dire??o ao arm?rio, ela n?o sabia o que esperar. A porta abriu para dentro, ent?o ela a empurrou com o dedo do p? at? que a ma?aneta bateu na parede. Ningu?m estava dentro, a menos que estivessem se escondendo atr?s das suas roupas. Ela entrou, chutando por tr?s dos vestidos. A porta se fechou atr?s dela. Gritando, ela deixou cair o vaso, que apenas bateu no tapete a seus p?s. Phoebe estendeu a m?o, tateando em busca do fio da luz e puxou-o quando a sua m?o acertou o fio. Nada aconteceu. Ela puxou novamente e nada. "? procura disso?" O homem no arm?rio agarrou uma de suas m?os e colocou algo na sua palma. A l?mpada. Ele desatarraxou a l?mpada e esperou para embosc?-la quando ela entrasse. Mas onde ele se escondeu? Phoebe n?o fez essa pergunta. "O que voc? quer?" Ele circulou ao redor dela como um gato predador prestes a atacar a sua presa. Ela n?o podia ver nada, mas o calor do seu corpo a chamuscou com consci?ncia dele. A sua falta de resposta foi mais aterrorizante do que saber o que esperar. Finalmente, ele disse: "Voc? ainda quer dormir com um estranho para punir aquele idiota que n?o merecia voc??" Ele correu um n? do seu dedo sobre a sua bochecha e ela se encolheu. "Aquele que te fez chorar… Se quiser, posso enviar um dos meus melhores para fazer um grande mal a ele. Ser? que as suas partes como trof?u lhe agradaria? Isso pode ser arranjado!" O que ele estava… ele acabou de se oferecer para castrar Adam? "Por mais que ele mere?a, eu n?o tolero a viol?ncia." Ela endireitou a sua coluna vertebral. Ela podia sentir que ele era mais alto do que seu 1,70 metros. "Uma pena." disse ele atr?s dela. De repente, ela foi empurrada para tr?s contra um peito duro e musculoso. "Sobre o que voc? disse antes…" Ele pensou que poderia se esconder no seu arm?rio e segur?-la para algo que ela disse irritada? Ha! "Escute, senhor, n?o sei quem voc? ? nem como entrou aqui, mas n?o farei nada com voc?. Os policias ainda est?o l? fora, ent?o tudo o que tenho a fazer ? gritar." De alguma forma, ela teve a sensa??o de que ele n?o estava l? para for??-la. Que se ele pretendesse mago?-la, ele o teria feito. Ela n?o conseguia explicar de onde veio esse instinto. "Os homens que voc? chamou para me procurar j? se foram, e voc? n?o deve temer que eu te magoe." Os seus bra?os estavam ao redor dela, mas ele n?o a estava a magoar. Ele estava… a abra?a-la? "Quando fodermos, ser? quando voc? se oferecer para mim. Voc? j? fez a sua oferta descuidada, e se eu n?o estivesse vinculado ao meu bom nome, eu poderia ter aceitado voc?." Ele soltou-a. Phoebe se virou para encar?-lo e recuou, contra a parede que a porta tocaria quando totalmente aberta. "Voc? est? a delirar se acredita que estamos… para fazer sexo, como voc? t?o eloquentemente colocou." O homem riu e o calor do seu corpo sugeriu que ele se inclinou para perto. Ele afastou o cabelo do rosto dela e disse: "Imagino que voc? queira ir embora agora, n?o ??" Ela n?o respondeu. Ela queria que ele fosse embora. Era o seu arm?rio, droga. "Eu fiz uma pergunta. Voc? quer ir embora?" Esse homem era estranho como o inferno. "Sim, eu quero. Por que voc? est? a me perguntar isso?" O ar ao seu redor ficou mais frio, mas ela tinha coisas mais importantes com que se preocupar do que o seu sistema de aquecimento. "Fico feliz em ouvir isso." disse o homem e se aproximou. Ela recuou, embora n?o pudesse ir mais longe com a parede atr?s dela, exceto que ela se afastou dele! Um passo. Dois. Depois, tr?s. A parede tinha desaparecido, e isso foi o suficiente para finalmente assust?-la de volta aos seus sentidos. Ela gritou e tentou correr para frente, de volta para onde deveria estar a porta do arm?rio, mas o homem se inclinou, ergueu-a sobre o ombro e continuou a andar na dire??o em que a estava a levar. CAP?TULO TR?S "P?e-me no ch?o! Para onde est? a me levar?" Phoebe bateu em suas costas apenas para perceber que o homem estava nu quando a sua m?o atingiu o quadril nu e a n?dega. Oh merda, havia um homem nu aleat?rio no meu arm?rio. Como os policias perderam algo assim? Por que n?o havia luz? E por que cheirava a… minerais? Enxofre, talvez… Eles estavam numa caverna? Mais importante, ela poderia alcan?ar o seu arm?rio se voltasse na dire??o oposta? O seu captor espalmou o seu traseiro e deu um golpe forte. Phoebe gritou de indigna??o, o que s? o fez rir. "N?o distribua o que voc? n?o deseja receber." Ele dobrou uma esquina e embora ela n?o pudesse ver nada al?m da cintura do homem, um brilho suave de luz ? frente ajudou os seus olhos a se ajustar ? escurid?o. "Eu vou deixar voc? com uma das mulheres mais novas no nosso cl?. Ela fala a sua l?ngua e pode ajud?-la a se aclimatar. Devo verificar alguns assuntos, mas quando eu voltar, espero que voc? esteja preparada para os ritos sagrados." A quem e o que agora? "Voc? vai me sacrificar por um monstro ou algo assim? Devo avisa-lo, n?o vai funcionar. N?o sou virgem e n?o tenho muita carne nos ossos. Eu serei rejeitada imediatamente." A luz estava mais perto agora, mas a sua carne parecia se confundir com a escurid?o e as sombras. Ela mal conseguia distinguir a sua forma at? que de repente a luz os envolveu. Um estrondo como um grunhido vibrou no seu peito quando a deslizou diante dele. "Este monstro iria comer voc? no momento em que tivesse a chance." ele brincou num tom malicioso. Phoebe n?o se incomodou em verificar os arredores. Ela n?o conseguia desviar o olhar dele. Quem quer que ele fosse, o que quer que fosse, parecia uma figura de um mundo de fantasia. Na luz suave, a sua pele parecia ser da cor de bronze, o seu cabelo e olhos negros como breu. Duas orelhas alongadas e pontudas projetavam-se do seu cabelo na altura da cintura, uma delas era perfurada com uma pequena argola de ?nix. Ele tinha um conjunto impressionante de chifres na cabe?a, lembrando-a de um deus celta, Cernunnos. S? que ele n?o era peludo em lugar nenhum, ela olhou para baixo, e ele n?o tinha cascos, felizmente. Ela engoliu em seco quando come?ou a examinar o seu corpo. Ele estava nu, como ela j? havia imaginado, e tamb?m tinha piercing ali. Ele tamb?m ostentava um conjunto de abdominais perfeitamente esculpidos, que ela demorou mais do que deveria. Quando Phoebe ergueu os olhos para o rosto dele novamente, n?o p?de deixar de se maravilhar com a beleza dele. Bonito e feroz, sim, mas lindo. O que era ele? A criatura/homem sorriu, revelando dentes que pareciam um pouco afiados ao redor dos caninos, mas n?o muito. "Gosta do que v??" Ele segurou a sua bochecha e ela estremeceu com o toque. Quem era ele? "Eu posso te prometer que o sentimento ? m?tuo." Ele continuou mostrando o seu afeto e uma esp?cie de… adora??o que ela n?o entendia. Eles tinham acabado de se conhecer. Passos se aproximaram atr?s dela e uma mulher engasgou. "Meu soberano." Phoebe virou a cabe?a e viu uma mulher com pele clara e cabelo rosa na altura dos ombros. Ela fez uma rever?ncia, usando uma vestimenta cinza brilhante e um colar feito de ?nix. A mulher estava descal?a. "Voc? pode se levantar, Madison." disse a criatura masculina. "Esta ? Phoebe. Ela precisa aprender e se preparar para os rituais desta noite. Certifique-se de que ela entende enquanto eu verifico o que aconteceu quando eu estava em Midgard." A mulher, Madison, acenou com a cabe?a e o homem deu alguns passos para longe, como se fosse partir. Ent?o ele se virou e puxou Phoebe em seus bra?os. Antes que ela tivesse tempo de reagir, ele trouxe os seus l?bios contra os dela. Ela respirou fundo com o ato inesperado e ele deslizou a sua l?ngua para prov?-la. Os seus olhos se fecharam com for?a e ele gemeu, recuando um passo. "T?o decadente. Certamente todas voc?s ser?o t?o doces." Ele pegou a m?o dela e levou os n?s dos dedos aos l?bios para um beijo delicado. "Em breve." Desta vez, quando ele se afastou, ele n?o voltou, desaparecendo ao virar da esquina do… "Oh, meu Deus, ? uma caverna." "Sim." disse Madison, dando um passo ao lado dela. "As cavernas de Svartalfheim para ser exata." Phoebe mal a ouviu, olhando boquiaberta para uma caverna adornada com peles e travesseiros de pel?cia. Aglomerados de cristais claros brilhavam em pedestais feitos de rocha. "Onde?" "Talvez dev?ssemos nos sentar." Madison colocou um bra?o em volta dela e a conduziu at? um banco num recanto cortado na parede e gesticulou para que ela se sentasse. "Eu deveria come?ar com a minha hist?ria, j? que ? menos… bem. ? menos. Voc? pode acreditar que j? se passou um ano desde que fui arrastada para debaixo da minha cama e trazida a estas cavernas?" O queixo de Phoebe caiu. "Debaixo da cama?" A outra mulher assentiu, rindo. "Sim. Eu tinha um monstro debaixo da cama, e eu o convidei para a minha cama, ent?o ele me enganou para concordar em voltar para casa com ele." Estreitando os olhos, ela disse: "Como ser questionada se voc? queria ir embora 'agora', e ent?o o seu arm?rio se transforma numa caverna maldita e voc? est? sendo carregada como um saco de batatas pela metade do pre?o numa fome?" Madison fez uma careta. "Eles s?o muito maus sobre isso. Eles n?o gostam de ouvir um n?o, ent?o ficam furtivos. Sempre preste aten??o ao texto das suas perguntas sim ou n?o antes de responder e est? tudo bem. A felicidade ? um grande fator para as suas companheiras. Eles podem ser complicados, mas n?o s?o cru?is." "Espere." Ela ergueu a m?o. "Companheiras?" Tudo que Madison dizia parecia estranho a cada segundo, mas aquela palavra saltou na sua mente, praticamente em n?on, luzes piscando. "Sim. Parab?ns, Phoebe de Midgard. Voc? vai se casar com o rei dos D?kk?lfar." Ela sorriu calorosamente. "Ele est? ? procura de uma companheira por s?culos, a prop?sito. Ele quase perdeu a esperan?a de come?ar uma fam?lia." Tantas palavras naquela declara??o n?o estavam a funcionar para ela. Companheira? Rei? Palavra estrangeira maluca que ela nem entendia! "Rei de onde? Desculpe. Isso ? demais para lidar." Madison riu, ent?o percebeu a express?o dela e disse: "Desculpe. Voc? est? apenas a refletir todas as minhas pr?prias rea??es iniciais, e isso est? me fazer lembrar o quanto eu me ressentia de vir aqui at?…" Ela mordeu o l?bio e desviou o olhar. Intrigada, Phoebe cutucou: "Bem, n?o me deixe esperando. At? o que?" "Ok, resumindo a hist?ria, os D?kk?lfar, elfos negros, vivem em cavernas porque o c?u em Svartalfheim ? t?o escuro que, ao longo dos s?culos, mudou os pigmentos gen?ticos nos seus tons de pele para que basicamente pare?am sombras na aus?ncia de luz. A ?nica luz que n?o os machuca vem desses cristais que s?o minados nas cavernas daqui." Ela gesticulou ao redor e se aproximou, conspiratoriamente. "Como os elfos negros n?o podem sair na luz, eles n?o podem ir atr?s da ?ltima de suas mulheres. Elfos negros f?meas pararam de nascer depois de um tempo, e os machos tiveram que recorrer a mulheres humanas para acasalar e procriar para continuar a sua linhagem, mas isso s? funciona quando a mulher ? o par certo. Uma companheira para continuar a sua linha." Madison endireitou-se novamente e acrescentou: "Alguns, como o rei, s?o elfos negros antigos e de sangue puro. Outros, como o meu companheiro, s?o meio humanos. Mulheres humanas foram as que lhes ensinaram ingl?s. Ah, e quando voc? se acasala com elfos, voc? fica ligada ? for?a vital deles e permanece no estado em que estava no momento. Thich foi como eu acabei com o cabelo permanentemente rosa… o que ? incr?vel, a prop?sito." Ela afofou o cabelo magenta brilhante que tinha ca?do sobre o seu ombro. Phoebe ainda lutava com uma frase: acasalar e criar. O que diabos esse tipo rei pensava que ela era, uma reprodutora? Ela tentou responder, mas apenas sons de vogais sa?ram, ent?o ela fechou a boca. Конец ознакомительного фрагмента. 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